30.4.04
:: Aperto de mãos frias e firmes ::
E é realmente interessante esse conhecer e não conhecer da internet. Hoje ocorreu meu segundo encontro com a Lidi, em meu caminho para o bandeijão aqui da UFMG. Acabamos por almoçar juntos. Da primeira vez que a vi (como já havia escrito aqui), fiquei meio surpreso pelo encontro (alguém me para na rua e pergunta "você é o Rodrigo?") e porque estava conhecendo aluém de quem sou fã. Mas dessa vez foi diferente, foi mais bastidores, mais por trás da "grande estrela". Conversamos sobre diversos assuntos corriqueiros e principalmente blogs (mesmo porque é o que dá pra conversar com mais liberdade). Dessa vez pude contrastar melhor o perfil da blogueira que eu conheço com o da mocinha que eu não faço a mínima idéia de quem seja. E talvez por isso fiquei com essa impressão um pouco vaga de depois do encontro. Muito pouco tempo e muita informação que a gente faz de conta que não tem ou que tem que ter a respeito de uma pessoa simpatissíssima e com as mãos frias, mas com um aperto de mão firme!
28.4.04
Essa eu até acho que já coloquei por aqui antes, mas enquanto tiver que ser ela será:
Flying so high,
trying to remember
how many cigarettes did I bring along?
When I get down I'll jump in a taxi cab
driving through London town to cry you a song.
It's been a long time --
still shaking my wings.
Well, I'm a glad bird
I got changes to ring.
Closing my dream inside its paper-bag.
Thought I saw angels but I could have been wrong.
Search in my case, can't find what they're looking for.
Waving me through to cry you a song.
It's been a long time --
still shaking my wings.
Well I'm a glad bird
I got changes to ring.
Lights in the street,
peeping through curtains drawn.
Rattling of safety chain taking too long.
The smile in your eyes
was never so sweet before --
Came down from the skies to cry you a song.
(To cry you a song- Jethro Tull)
Vocês já ouciram falar do Leo Pandinha? Pois é. Vive na Casa de Chá do Pandão já há algum tempo. O Leo sempre foi um grande amigo e estivemos juntos em vário (e cômicos) momentos de nossas vidas. Quando nos conhecemos, tínhamos um comum acordo de defesa mútua. e se um dia eu o ajudei sugerindo nomes feios e ameaças pertinentes a serem feitas às pessoas que nos incomodavam e se um dia nos defendemos de toda a podridão mundial, hoje agradeço a ele por me prover de um lema (que se você procurarem nos arquivos dele- com todo o respeito) que usarei com orgulho agora:
IN MY FUCKING PLACE I´M FUCKING GOD!
Então, seu imbecil intitulado "alguém", recolha-se ao seu blog, à sua casa, à sua vidinha estúpida e pare de encher o meu saco! Se você quer experiências com uma minhoca estúpida faça o seguinte:
1: Coloque o dedo médio no cu;
2: tateie profundamente;
3: retire-o e encare-o;
Essa foi a primeira experêcia
4: mostre para sua mãe;
Essa foi a segunda experiência com uma minhoca estúpida (com o adendo de ser uma puta gorda)
5: repita todo o processo utilizando o nariz como orifício condutor;
Você acaba de duplicar suas experiências;
6: vá até um espelho e mostre seu dedo médio com todo o orgulho científico que eu sei que você vai sentir.
Pronto 7 experiências com minhocas estúpidas. 7. Um número cabalístico (outro dia eu t explico o que vem a ser um número cabalístico).
Mas saindo desse lance de utilidade pública, vamos aos recados pessais:
GUSTAVO: Infelizmente concordo com o Adson em gênero número e grau. Por que infelizmente? Porque isso te coloca num ponto delicado de "altamente errado" com isso tudo. Como eu disse lá, não tenho nada com os problemas de vocês, mas você já está procurando problemas onde eles não existem.
Larizinha: Minha irmanzinha querida! Nem sei como dizer, muito legal a sua disposição em nos defender publicamente, mas por favor o cara só manifestou a repugnância dele em relação ao fato de eu ter mandado o cunhadinho dele mudar de cidade. Foi um ato grosseiro meu e eu admito. E eu acho que a única forma construtiva de me alertar para isso era aquela mesma: "Pau no cu, que é pra deixar de falar merda." É ofensivo mas efetivo...
Alguém: eu sou Deus aqui no blog. Eu sou Deus em Divinópolis. E sendo um Deus poderoso e vingativo, porém misericordioso, rezo dia e noite para que você seja um internauta de São Paulo, ou de outro lugar qualquer...
Leo Gordo: Muito obrigadopor iluminar a minha vida com sábias pérolas do conhecimento como aquela ali em cima ou mesmo: " Tomá no seu cu muié! Eu nem te conheço!"
22.4.04
Brunchies, me diz uma coisa: o que você acha que acontece com os seres humanos depois da morte? Mas me dê uma resposta metafísica, por favor:
É eu também imaginava isso...
Agora eu entendo porque o Gustavo alimentava esse bicho
Irmãos, oremos: O Rodrigo finalmente começou a escrever a última parte do Aladin, mas como é muuiito comprida, ainda não acabou.
O Rodrigo não é mais um bolsista do Mala de Leitura. Ele agora é bolsista de um grupo de estudos em biblioteca escolar (eu tô na GEBE, como vocês podem reparar), o que não significa que abdico do posto de contador de histórias...
O Rodrigo finalmente acabou todas aquelas viagens para os cafundós de Minas e poderá se dedicar um pouco mais a sua vida (e ao restinho de tempo de vida do blog)
O Rodrigo já está quase acabando seu novo projeto de blog
O Rodrigo vai poder voltar a dormir em seu quarto, já que os pedreiros finalmente cuidaram das infiltrações que derrubaram o teto
O Rodrigo está querendo comprar um sonzinho meia boca pra poder ouvir música sossegado no quarto
O Rodrigo virou um playboy e vai acabar comprando calças capri (e quem sabe uma camisa do evanescense pra combinar)
O Rodrigo comprou a camisa do Ramones que ele tanto queria
O Rodrigo ainda não arrumou a grana necessária para casar
O Rodrigo pretende se dedicar mais às aulas, mesmo com dúvidas do tipo "por que diabos eu me matriculei nessa maldita disciplina se ela não era obrigatória?"
O Rodrigo sabe que o mundo é cruel e os seres humanos são criaturas ruins, mas mesmo assim está feliz com os rumos de sua prória vida
O Rodrigo acha que isso ocorra porque tem ficado cada vez mais egoísta
O Rodrigo quer ir pra Divinópolis e saber como seu irmão (que se diz curado) tem passado, e se essa cura o libera para uma cachaça de vez em quando...
O Rodrigo está seriamente pensando no "camping rock". Alguém tem uma barraca para emprestá-lo? (Mas lá ele não levará sua calça capri.)
O Rodrigo deseja que todos vocês vão viver as suas vidas e não se preocupem, ele fará o possível para fazer o mesmo
O Rodrigo sabe quem é que faz parte da vida dele
O Rodrigo é o mesmo (um pouco mais playboy é verdade, mas ainda é o mesmo)
20.4.04
Como meu irmão resolveu abandonar o posto de escritor inútil de blog (coisa que eu sempre desconfiei que levava mais jeito do que ele), acho muito justo que eu passe a ser o tutor daquilo que há de mais valioso e importante no Ventura:
O Brunchies:
E GU, se você tiver qualquer eclamação... ichto????
13.4.04
Comentário rápido
Ao passar pela cantina do CP (meu QG) na hora do almoço, pude ouvir rapidamente a conversa de alguns professores, aterrorizados com toda violência, desrespeito, atrocidade e imbecilidade disseminada pela TV brasileira dentro do horário nobre. Ouvi um pouco e depois pensei: Existe dúvida de porquê chamo isso de Bom Dia Mundo Cruel!? Não, não existe....
7.4.04
Eu e Minha Mãe!
Tudo o que sempre necessitei saber aprendi com minha mãe :
- Minha mãe me ensinou a apreciar um trabalho bem feito:
"Se vão se matar, façam isso lá fora. Acabei de limpar aqui!"
- Minha mãe me ensinou religião:
" Melhor rezar pra que esta mancha saia do tapete!"
- Minha mãe me ensinou lógica:
"Porque eu digo que é assim, por isso....e pronto!"
- Minha mãe me ensinou previsões:
"Esteja certo de estar usando roupa íntima limpa e sem buracos, pois no caso de se ter um acidente..."
- Minha mãe me ensinou ironia:
"Continua chorando e vou te dar uma razão pra chorar."
- Minha mãe me ensinou técnicas de odontologia:
"Volta a me responder assim e quebro todos os seus dentes!"
- Minha mãe me ensinou a economizar:
"Guarde suas lágrimas para quando eu morrer."
- Minha mãe me ensinou osmose:
" Fecha essa boca e come!"
- Minha mãe me ensinou contorsionismo:
"Olha o cascão que está em sua nuca!!"
- Minha mãe me ensinou força de vontade:
"Vai ficar aí sentado até terminar este espinafre!"
- Minha mãe me ensinou meteorologia:
"Parece que um furacão passou pelo seu quarto!"
- Minha mãe me ensinou hipocrisia:
"Te disse um milhão de vezes para não ser exagerado!"
- Minha mãe me ensinou modificação de padrões de comportamento:
"Deixa de agir como seu pai !"
- Minha mãe me ensinou habilidades como ventríloca:
"Não resmungue, cale a boca e me responde: porque você fez isso?"
- Minha mãe me ensinou retidão:
"Vou lhe dar uma boa surra se voltar a fazer isso, vai ver!"
Isso eu tirei daqui... valeu punk que eu não conheço, nuca vi nem ouvi falar, mas que tem uma mãe deveras parecida com a minha...
Finalmente consegui colocar imagens...
Alguém se lembra da Daria? Foi (e ainda é) uma das minhas heroínas de adolescência (excessod de elementos de identificação).
Bem podiam voltar a exibir...
6.4.04
Devo dizer que alguns dos últimos comentários me deixaram um tanto quanto triste (tenho estado meio neste estado aboiolado de quem se magoa por qualquewr besteira) e fiquei pensando seriamente se eu não devia dar cabo do blog agora, sem completar o meu objetivo. Mas depois de refletir um pouco, resolvi que nah..., se eles não querem ler que não leiam, vou continuar a escrever a porcaria da história sim, com ou sem o apoio do SGE... e para o tormento de vocês, consegui me ligar no resto da história e já já termino definitivamente com tudo...
5.4.04
Que estranha falta de sentidos
Quando tudo aquilo acaba
E os corpos incham
E os dedos cessam
Não há cheiro
Não há sabor
Resta o abraço frio
O inevitável abraço frio
Na surpresa que a dor provoca
No espontâneo que vida leva
Retiram-se espadas
Retraem-se garras
E aos gritos, corpos, copos
Se aproximam e não mais se odeiam
E de onde tudo era o desespero
Resta um abraço
Que do mortal veio aconchego
Que do vil veio conforto
Que do insolente veio respeito
A morte e os vivos- Eu
Bem leve leve
Releve
quem pouse a pele
em cima de madeira
beira beira
quem dera mera mera
cadeira mas breve breve
releve
vele vele
quem pese
dos pés a caveira
Dali da beira uma palavra cai no chao
caixao dessa maneira
Uma palavra de madeira em cada mao
Imbuia
Cerejeira
Jacarandá, Peroba, Pinho, Jatobá
Cabreúva
Garapeira
Uma palavra de madeira cai no chao
caixao
Bem Leve- Marisa Monte
1.4.04
Vocês acreditam que eu estava pra acabar o Aladin, escrever o final desta maldita história e deletar essa birosca toda e me dei conta de que eu esqueci como é que acaba? Eu me odeio...
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