::Quem não se comunica, se istrumbica::
Agora eu tenho messenger. o nome dele é rodfteixeira@hotmail.com da Silva. Tudo bem, predi um excelente momento de
não fazer uma piada infame. A má notícia é que por enquanto passo muito pouco tempo online (ou "em linha" como traduziu um sapientíssimo colega). A boa notícia é que eu escrevi ontem e estou escrevendo hoje de novo, ou seja, estou perdendo novamente o senso de decência e moral que me inibia... tá, foram duas más notícias, esqueçam isso aqui...
::Poema::
Ah poeta,
Se você vivesse
Se visse o que vejo
Ouvisse e sentisse
Se tivesse a minha idade poeta...
Seria velho, muito velho
E um pouco triste também
Ah, poeta que morreu
Acabou o meu conhaque
As noites estão escuras
E as tardes estão ficando azuis
E finalmente eu voltei a escrever. Esse poema tem relação com minha relação com BH e co minha adoração pelo Carlos Drummond. Eu até ia mandá-lo para um concurso daqui, mas perdi o prazo de inscrição. Só estou publicando ela aqui, porque queria mostrar pra Mariana, mas sempre esqueço o papel onde eu a tinha escrito aqui no serviço.
Então está aí meu amor, a tal poesia de BH que eu estava devendo!
:: Novidades ::
Viva a internet! Meu querido amigo e patrão Marcos Silva baixou toda a discografia do Jethro Tull! Adivinha quem vai copiar tudo?
E mais, provavelmente até o fim da semana estarei com um computador exclusivo, que me dará vantagens incríveis como posts regulares nessa birosca, mesenger (espero aprender a usar, tenho um bloqueio mental pro menssenger maior do que tinha pra metadados).
Se alguém ainda lesse isso aqui tenho certeza que haveria um comentário do tipo: "mas o nome do Bakunin não era aquele..."
A pergunta que não quer calar:
"Por que as coisas são como são?"
"Por que as pessoas são o que são?"
"Porque eu faço o que faço e sou como sou?"
E por que isso destrói ao invés de construir? Meu deus, quantas dúvidas!