Bom Dia Mundo Cruel!
 

 
I am the son and heir of a shyness that is criminally vulgar
 
 
   
 
22.10.06
 
::Se eu tivesse um amigo robô...::

...acho que eu seria assim.
Mas não dou isso como definitivo. Só li as duas primeiras tirinhas, ainda não conclui...

9.10.06
 
::Can you live on the knife edge?::

Funcionava da seguinte forma, ele não tinha superpoderes, mas acreditava que sim então de certa forma até os tinha. Ele encantava as pessoas e as levava a pular de abismos, tudo sem flauta, tudo sem intenção. Mas era um rapaz de bom coração que amava a vida e a alegria.
Ele conheceu uma mulher de cabelos negros lisos e curtos, com olhos elétricos que tinha a mesma capacidade de encantar as outras pessoas com sua voz. E ele resolveu segui-la por um tempo, aprendendo suas histórias e se sentindo melhor, pois ninguém havia despencado desde então. Porém o tempo é esse estranho passarinho que não há arapuca que segure e como ele voou o moço acabou voando atrás, meio que pra longe dos olhos elétricos e do sorriso simpático, pra ver se tinha aprendido mesmo como encantar as pessoas sem que elas caíssem pelos abismos afora depois disso.
O que ele realmente aprendeu, foi que as pessoas não caíam por estarem sob seus encantamentos, mas por que era natural de todas as pessoas esse suicídio diário e involuntário, esse desamor-pela-vida-pra-se-ter-amor-pelo-encanto. A culpa não era necessariamente dele.
Mas como ele sentisse saudades, resolveu voltar à casa enorme e enjardinada de sua antiga mestre. E lá ele encontrou uma moça grande, vestida de branco balançando os pés na piscina e descobriu que ela agora seguia a moça e contava suas histórias, tão bem como ele um dia fez.
E ele tentou segurar a magia, mas a moça havia se encantado dele e agora ele sabia todos os seus segredos.

PS para o meu amor: isso parece biográfico (pelo menos um pouquinho...), mas não é. Quando muito, a gente pode pensar que é um sonho, onde a gente é um personagem que vive coisas que não vive quando está acordado. Pra você ver um exemplo, a moça dos olhos elétricos é a Narriman, do Mala de Leitura, dentro da minha cabeça, mas o resto é só imaginação mesmo...
Eu te amo!

 

 


   
  This page is powered by Blogger, the easy way to update your web site.
perdendo tempo

 

Home  |  Archives